quinta-feira, 17 de julho de 2014

AS 10 MAIS DA MÚSICA GAÚCHA


O projeto a seguir foi realizado com os alunos do 6º ano B da E. M. E. F. Pe. Antonio Michels de São Martinho, no ano de 2013 entre os meses de agosto e setembro.
Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças.
- Estimular a reflexão sobre a linguagem musical com base em um repertório significativo.
- Incentivar ao habito de ouvir a música gaúcha no lares.

Tempo estimado
Dois meses.

Material necessário
CDs e DVDs de Músicas Gaúchas, ou vídeos do youtube.

Desenvolvimento
1ª ETAPA
Selecione músicas do gênero gaúcho que contagiem as crianças pelo ritmo e pela sonoridade da letra. Em momentos de atividade livre, coloque na sala para que eles ouçam. Algumas sugestões: “O Vento”, “Céu, Sol, Sul”, “Dessassossegos”, “Querência amada”, “Pilares”, “Tordilho Negro”, “Tropeiro Velho”, “Rio Grande do Sul”, entre outras.
2ª ETAPA
Converse sobre as músicas ouvidas ao longo das atividades, perguntando às crianças quais são as canções preferidas. Escreva os títulos no quadro e organize uma votação para estabelecer as cinco favoritas.
3ª ETAPA
Proponha que perguntem aos pais quais são suas cinco músicas preferidas da música Gaúcha. Redija um bilhete para levarem para casa explicando seus objetivos. Compartilhe a escrita com as crianças: é fundamental que elas estejam motivadas para envolver os familiares na atividade.
Modelo de bilhete:
Querida família!
Por meio deste bilhete, pedimos que escreva o nome ou trecho, da canção gauchesca que é de preferência da sua família, para ser trabalhada no projeto: “AS 10 MAIS DA MÚSICA GAÚCHA”.
Agradecemos a colaboração!
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Professora Janine

4ª ETAPA
Depois de um levantamento das canções escolhidas pelos pais, reúna as cinco mais votadas e promova uma audição das músicas. Analise cada uma, verificando se possui qualidades adequadas para ser tocada em sala. Grave um CD e apresente à garotada. Proponha que eles cantem e decorem as letras.
5ª ETAPA
Promova situações de escrita dos títulos e das letras das canções, para produção de um livro ilustrado. Peça uma ilustração sobre cada canção.
6ª ETAPA
Grave um CD com dez canções - cinco escolhidas pelas crianças, outras cinco pelos pais. Encaminhe a escrita espontânea dos títulos na ordem em que aparecem na gravação para compor a capa.
Produto final
CD gravado com "As dez mais da Música Gaúcha", acompanhado de livrinho ilustrado com títulos e letras.
Avaliação
Compare o conhecimento musical da turma antes e depois do projeto didático. O que mudou? As crianças demonstram maior atenção às características rítmicas? E quanto às letras? Houve memorização das canções preferidas? Verifique, ainda, em que medida as hipóteses de leitura e escrita também evoluíram.






Egípcios – surgimento do papel e da escrita


Cyperus papyrus, ou simplesmente papiro, é uma planta famosa desde 40 séculos antes da era cristã. Magnificamente adaptada às margens do Nilo, onde acompanhava em grande quantidade o curso do rio, tem uma longa haste, sem nós nem folhas, de secção triangular e da grossura de cerca de seis centímetros, a qual termina por uma graciosa umbela em forma de penacho, formado por um tufo de pequenos ramos filamentosos verdes. O que aparecia acima da terra era, em síntese, uma planta em forma de junco com, aproximadamente, três metros de altura. Mas suas raízes também são longas, medindo às vezes seis ou sete metros, e com grossura igual à do caule. Veja no final desta página a foto de uma planta do papiro, embora deva ser dito que a espécie que crescia no tempo dos faraós está atualmente extinta. E a fama do papiro é mais do que merecida, pois foi ele que forneceu à humanidade um dos principais instrumentos do progresso: o papel.
O papiro mais antigo que se conhece foi encontrado em Saqqara, na mastaba de um nobre da I dinastia (2920 a 2770 a.C.), chamado Hemaka, e está em branco. O mais antigo exemplar escrito do qual se tem notícia, datado do final da I dinastia, é formado por fragmentos do livro de contas de um templo de Abusir, escrito em hierático. Na II dinastia (2770 a 2649 a.C.) o papiro já se disseminara como suporte à escrita. Antes disso, entretanto, as fibras de suas raízes ou das hastes eram empregadas para a fabricação ou calafetagem de embarcações, na confecção de pavios de candeeiros a óleo, esteiras, cestos, cordas e cabos resistentes, grossos tecidos, sandálias e outros objetos. Reunidos em feixes, os talos do papiro funcionavam como pilares na arquitetura primitiva. Não é à-toa que as colunas de pedra imitam os feixes de papiro, com capitéis em forma de flores abertas ou fechadas. Além de tudo isso, a parte inferior e carnosa da haste servia como alimento e dela se extraia, também, um suco muito apreciado. Como papel ele foi adotado pelos gregos, romanos, coptas, bizantinos, arameus e árabes. Grande parte da literatura grega e latina chegou até nós em papiros. Ele continuou a ser utilizado até a Idade Média, sendo que uma bula papal datada do ano 1022 da era cristã ainda foi escrita sobre aquele material.
Hoje em dia sabemos que o papel dos egípcios era preparado da seguinte maneira: o caule da planta era cortado em pedaços de tamanho variável de até 48 centímetros. Neles eram feitas incisões para retirar a casca verde e permitir a separação das películas, em quantidade variável entre 10 e 12. Essas lâminas finíssimas, manuseadas com cuidado para não se romperem, eram estendidas em uma tábua inclinada sobre as águas, com a finalidade de serem molhadas constantemente. Sobre uma primeira camada de tiras, dispostas na horizontal, era colocada uma segunda camada de tiras, dispostas no sentido perpendicular. A própria água do Nilo, ao molhar as películas, aliada ao fato de que o material era martelado, ativava a goma natural da planta que, então, unia as tiras. As duas camadas de papiro depois de comprimidas, batidas e polidas com pedra pome, atingiam a maciez necessária para receber a escrita. Ainda que tênues e delicadas, as películas, unidas entre si e sobrepostas, ofereciam bastante resistência. A face melhor do material era aquela que tinha as fibras na direção horizontal. As folhas prontas, que nunca excediam cerca de 48 centímetros de comprimento por, aproximadamente, 43 centímetros de largura, eram coladas umas às outras para formar longas tiras que eram enroladas com a face de fibras horizontais voltadas para dentro. Uma vareta de madeira ou marfim era presa em cada extremidade do rolo de papiro, formando um volume. O papiro mais largo encontrado até hoje pelos arqueólogos é um Livro dos Mortos, conhecido como Papiro Greenfield, e mede 49,5 centímetros de largura. O mais extenso, o assim chamado Grande Papiro Harris, mede 41 metros de comprimento. O papiro em rolo era um dos principais produtos de exportação do Egito antigo e foi, sem sombra de dúvida, um dos maiores legados da época faraônica à civilização.
De todos os materiais empregados como suporte para a escrita na antiguidade, — afirma o professor egípcio R. El Nadury — o papiro certamente foi o mais prático, por ser flexível e leve. A fragilidade, porém, era o seu único inconveniente. Resistia por pouco tempo à umidade e queimava facilmente. Calculou-se que para se manter em dia o inventário de um pequeno templo egípcio eram necessários 10 metros de papiro por mês. Durante a dinastia ptolomaica, os notários de província usavam de seis a 13 rolos, ou 25 a 57 metros por dia. Todas as grandes propriedades, palácios reais e templos mantinham registros, inventários e bibliotecas, o que indica a existência de centenas de quilômetros de papiro, embora só tenham sido descobertas algumas centenas de metros.
Após o estudo sobre o papel egípcio, alunos dos oitavos anos criaram uma releitura do papiro, utilizando faixas de curativo (gase) e cola com café em pó sobre cartolina, após feito o papel fizeram desenhos sobre elementos da cultura egípcias com giz de cera, o resultado ficou esteticamente maravilhoso.



















Fonte: http://www.fascinioegito.sh06.com/papiros.htm

No Egito Antigo a escrita mais usada era conhecida como escrita hieroglífica, pois era baseada em hieróglifos. Estes eram desenhos e símbolos que representavam idéias, conceitos e objetos. Os hieróglifos eram juntados, formando textos. Esta escrita era dominada, principalmente, pelos escribas.
Os egípcios escreviam, usando os hieróglifos, no papiro (espécie de papel feito de uma planta de mesmo nome) e também nas paredes de pirâmides, palácios e templos.
Estes hieróglifos são a principal fonte histórica para entendermos a história desta importante civilização antiga. Poucos egiptólogos (estudiosos do Egito Antigo) conseguem decifrar a escrita hieroglífica.
Já após o estudo sobre a escrita dos egípcios, as turmas criaram seus próprios hieróglifos e brincaram de escrever com os mesmos sobre blocos de massa cerâmica (argila), deixando exposto para ser apreciado pelos colegas da escola.













Fonte: http://www.suapesquisa.com/egito/hieroglifos.htm

Heitor Villa Lobos – Compositor Impressionista Brasileiro


Ao estudar a música impressionista, quando estudado o impressionismo nas artes visuais, os alunos das oitavas séries, A e B, da E. M. E. F. Pe. Antonio Michels, no mês de agosto e setembro de 2013, foi enfocado o compositor impressionista brasileiro Heitor Villa Lobos.
Compositor, instrumentista, regente e professor carioca (5/3/1887-17/11/1959). É um dos maiores nomes da música erudita do Brasil, com uma obra que faz parte do repertório de grandes orquestras internacionais.
Filho de um funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador, Heitor Villa-Lobos nasce e cresce no Rio de Janeiro. Na infância aprende com o pai a tocar violoncelo e clarinete, e tem noções de teoria musical. Começa a tocar violoncelo profissionalmente com 12 anos.
Dos 18 aos 26, viaja pelo país, interessa-se pelo folclore brasileiro e compõe Amazonas e Uirapuru. Retorna ao Rio de Janeiro em 1913, já tendo composto, entre outras obras, Cânticos Sertanejos, Brinquedo de Roda, Sonata Fantasia Nº 1 e as óperas Aglaia e Elisa. Participa ativamente da Semana de Arte Moderna de 1922, promovendo as primeiras apresentações de seus trabalhos.
Heitor Villa-Lobos Vive em Paris de 1923 a 1925 e é influenciado pelo impressionismo. Numa segunda estada na Europa (1927-1930), torna-se amigo de músicos como Stravinski, Varèse e Prokofiev. Volta ao Brasil, dirige concertos corais gigantescos, em estádios de futebol, chegando a reunir 40 mil alunos sob sua regência em 1942.
 Em 1945 funda a Academia Brasileira de Música. Em sua vasta produção, destacam-se Bachianas Brasileiras e Choros. Prestigiado em toda parte, recebe 66 títulos e condecorações, oferecidos por importantes instituições culturais. Morre no Rio de Janeiro.
Como resultado do estudo os alunos após apreciarem diversas composições, criaram dramatizações referente a algumas delas, no vídeo abaixo confiram os resultados.


Fonte: http://www.algosobre.com.br/biografias/heitor-villa-lobos.html

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Cultura Romana

Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais  da Grécia Antiga e chegou a "copiar" estátuas clássicas. Imperadores, deuses e figuras mitológicas foram retratados nas esculturas romanas. Os alunos da E M E F João Didoné, dos oitavos anos estudaram sobre este período importante da história da arte, e como resultado fizeram algumas pinturas com elementos da cultura deste período: 










Psique - obra de Waldomiro de Deus em estudo

Arte Naïf, foi tema de estudo no sétimo ano da E. M. E. F. João Didoné de Sede Nova – RS. Evidenciou-se a arte naïf no Brasil com o estudo das obras do grande Waldomiro de Deus, a obra referência deste estudo foi PSIQUE. Antes de criar as releitura os alunos fizeram um texto onde cada um escreveu tudo que lhe passou na cabeça desde o momento em que chegou em casa da aula no dia anterior até o momento do próximo dia em sala de aula. Cada um após a escrita fez o desenho do seu texto e pintou. Finalizando formaram grupo e elencaram os principais pensamentos para trazer a umúnica produção, confiram: